Livro "O homem que calculava"
O homem que calculava é um livro escrito por Malba Tahan e conta a história de um viajante de Samarra a Bagdá, e encontra Beremiz Samir, um personagem que se revela ser um fabuloso
calculista da Pérsia. Eles decidem viajar juntos para Bagdá e ainda no trajeto
Beremiz dá mostras de sua extraordinária habilidade com os cálculos.
Em Bagdá, Beremiz rapidamente torna-se famoso e muito procurado tanto por pessoas comuns quanto por nobres, despertando a simpatia de uns e a inveja de outros. Emprega-se como secretário do Grão-vizir Ibrahim Maluf, ele aceita também ensinar a matemática à filha do poeta Iezid, travando conhecimento com Telassim, sua futura esposa. Até mesmo o califa ouve falar de Beremiz e concede-lhe uma audiência.
Para testar a capacidade de Beremiz, o califa prepara, então, uma audiência com sete sábios. Tendo respondido brilhantemente todas as provas, Beremiz, como recompensa, pede em casamento a mão de Telassim, por quem havia se apaixonado. Beremiz casa-se com Telassim e, se convertido ambos ao cristianismo, tendo três filhos, mudam-se juntamente com o amigo Tade-Maiá para Constantinopla na Turquia.
Em Bagdá, Beremiz rapidamente torna-se famoso e muito procurado tanto por pessoas comuns quanto por nobres, despertando a simpatia de uns e a inveja de outros. Emprega-se como secretário do Grão-vizir Ibrahim Maluf, ele aceita também ensinar a matemática à filha do poeta Iezid, travando conhecimento com Telassim, sua futura esposa. Até mesmo o califa ouve falar de Beremiz e concede-lhe uma audiência.
Para testar a capacidade de Beremiz, o califa prepara, então, uma audiência com sete sábios. Tendo respondido brilhantemente todas as provas, Beremiz, como recompensa, pede em casamento a mão de Telassim, por quem havia se apaixonado. Beremiz casa-se com Telassim e, se convertido ambos ao cristianismo, tendo três filhos, mudam-se juntamente com o amigo Tade-Maiá para Constantinopla na Turquia.
Filme " O homem que copiava"
No filme "O homem que copiava", André (Lázaro Ramos), é um jovem de 20 anos, ele é pobre que trabalha na fotocopiadora da
papelaria Gomide e aproveitava
para ler trechos de tudo que copiava, localizada em Porto Alegre. André mora com a mãe e tem
uma vida comum, basicamente vivendo de casa para o trabalho e
realizando sempre as mesmas atividades. Num dia André se apaixona por
Sílvia (Leandra Leal), uma vizinha, a qual passa a observar com os
binóculos em seu quarto. Decidido a conhecê-la melhor, André descobre
que ela trabalha em uma loja de roupas e, para conseguir uma
aproximação, tenta de todas as formas conseguir 38 reais para comprar um
suposto presente para sua mãe. Vivendo com um baixo salário, começou a copiar o dinheiro para conquistar a mulher que
ama.
É licito utilizar o valor do conhecimento, independente da forma como será utilizado, para se conseguir tudo o que objetivamos na vida?
Nesta questão que é apresentada à cima, é possível construir um paralelo. De um lado o segmento que nos trás a ideia de que a pessoa portadora do saber e quiz vende-lo para obter lucro sem prejudicar o próximo. Do outro lado, o mesmo portador ajuda pessoas sem a intenção de cobrar, porém o lucro vindo como consequência.
O que acontece no filme: "O Homem que Copiava", o protagonista Lázaro Ramos tinha uma habilidade e a usou para conquistar um objetivo. Diferentemente de como ocorre na obra de Malba Tahan: "O Homem que Calculava", o protagonista Beremiz Samir tinha uma habilidade cuja usava para ajudar as pessoas resolvendo problemas matemáticos.
Portanto é ilícito utilizar de habilidades para obter lucro sobre o próximo. Entretanto, é licito o próximo recompensar o portador desde ter o ajudado.
